Nome: Marília
Idade: 20
Signo: Escorpião
Cor: Verde
*A simplicidade embelza a beleza*
Baudelaire


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Carne e Osso

A alegria do pecado
Às vezes toma conta de mim
E é tão bom não ser divina
Me cobrir de humanidade me fascina
E me aproxima do céu

E eu gosto
De estar na terra
Cada vez mais
Minha boca se abre e espera
O direito ainda que profano
Do mundo ser sempre mais humano

Perfeição demais
Me agita os instintos
Quem se diz muito perfeito
Na certa encontrou um jeito insosso
Pra não ser de carne e osso
Pra não ser carne e osso

[Zélia Duncan e Moska]



Num dia desses, num desses encontros casuais... talvez a gente se encontre, talvez a gente encontre explicação... talvez eu diga: meu amigo, pra ser sincero, prazer em vê-lo, até mais!

 

*Lembro das tardes que passamos juntos, não é sempre mas eu sei que você está bem agora*

Preciso escrever. Preciso muito. Mesmo que ninguém leia (e não faço mesmo questão... tanta bobagem!), mesmo que ninguém ouça ou que ninguém se importe... Eu preciso.
Tomo cuidado sempre, para escrever de maneira razoavelmente compreensível sem que se saiba ao certo do que se trata. Talvez isso seja um pouco difícil hoje...
Póoorem, quem mais entenderia tenho certeza de que não lerá!

Andamos na Paulista e era verão, comecei a chorar naquele shoppinzinho que costumávamos ir. Estava sol e calor. Você já não aguentava mais me ver chorando, mesmo assim, dessa vez eu disse o que mais me afligia: "não sei o que será de nós, tá tudo tão estranho... mas o que eu mais temo é perder sua amizade, eu queria que isso nunca mudasse entre nós...".
"Sempre vou lembra de você quando comer prestígio" - "E eu sempre vou me lembrar de você quando passar por aquelas portas automáticas" .
Talvez eu tenha sido muito pretenciosa, realmente. Essas amizades, depois que "perdem a cor" talvez percam também o brilho, deve ser assim com todo mundo, não é mesmo??? Acho que nunca mais comi prestígio e que você nunca mais passou pelas portas automáticas...
Mania minha de teimar em acreditar que pode ser diferente... mania minha de passar a acreditar cada vez menos no ser humano...

E eu ando feliz na rua, outra tarde bonita - agora, teoricamente no inverno - te encontro no meio da rua, vc sem saber o que dizer "vc faz esse caminho?? eu também!!"... óbvio, né... ou seria capaz eu ter me teletransportado no instante em que você passava???... Não, eu não moveria mais mares e montanhas por ti.
E dessa vez não sei o que me fez demorar pra ir pro cursinho. não foi destino, nem coicidência...  Como já disse, ando muito discrente.
Te encontro no me metrô. Mas foi assim, procuramos assunto até as clínicas... ah, mais ou menos assim, eu exagero... mas não pude saber de verdade como você está e quem é você agora, nem te contar tantas coisas novas e estranhas que têm acontecido e as que me têm abalado... elas já não são importantes, eu sei... E a tudo a gente se habitua.
"Tchau, até mais!"

Foi bom te ver, ver que agora sua vida é feita do que vc mais prezava: liberdade, independência. Sim, eu não minto. Eu não sei mentir. Quero mesmo que você seja muito feliz, a sua maneira.
Ainda é estranho te encontrar como um outro conhecido qualquer, ser uma estranha pra você e quase não te reconhecer. Mas é bom ver que isso já não machuca mais.
É estranho  pensar que não sei o que será do amanhã, se o mundo acabará, se já estarei, de fato, em Pasárgada e seja lá o que for, muitos amigos deixaram de ser, sem que eu saiba o porquê e saiba apenas que não existem mais portas automáticas para eles!

# Ainda vai levar um tempo pra fechar o que feriu por dentro, natural que seja assim, tanto pra voccê quanto pra mim. Ainda leva uma cara pra gente poder dar risadas, assim caminha a humanidade: com passos de formiga e sem vontade! #

SONETO DE SEPARAÇÃO
(Vinicius de Moraes)

De repente do riso fez-se o pranto
Silêncioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto

De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama

De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente

Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.

p.s.1: sempre achei que ninguém passava aqui, mas ultimamente tenho notado um aumento no n° de visitantes. Claro, se eu escrevo num blog não posso querer que ninguém leia... mas se for possível, deixa um oizinho pra eu saber qm são meus visitantes...
   p.s.2: ridículo mesmo escrever tudo isso aqui. mas sabe de uma coisa???? cansei de me importar!!  ridícula com convicção!  tô mais preocubada com entalpias, matrizes e logarítimos...

[A VIDA É A ARTE DO ENCONTRO, EMBORA HAJA TANTO DESENCONTRO PELA VIDA!]



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*Cante sempre, mas se ficar mudo que seja apenas por descuido e não por não poder ou perder a voz pra cantar...*

Às vezes eu quero chorar
Mas o dia nasce e eu esqueço
Meus olhos se escondem
Onde explodem paixões
E tudo que eu posso te dar
É solidão com vista p'ro mar
Ou outra coisa p'rá lembrar
Às vezes eu quero demais
E eu nunca sei se eu mereço
...
Se você quiser eu posso tentar mas
Eu não sei dançar
Tão devagar p'rá te acompanhar

Não sei, não... Eu sempre disse isso e continuo insistindo: falta de tempo não é desculpa para ausência. Um "oi" nunca é demais e é o suficiente pra se sentir lembrado, pra deixar o dia mais feliz. Pra mim pelo menos, é. E engana-se, quem me conhece bem, se ao ler isso imaginar que se trata daquilo mesmo que seria normal imaginar... Não é!
Meus dias são tão curtos e até bastante vazios e iguais. Estou sempre correndo, sempre atrasada, sempre tem pessoas mal educadas que não sabem que, no metrô, tem que esperar todo mundo sair pra depois entrar e sempre tem fila no mercado quando vou compra meu lanchinho... E mesmo assim procuro não deixar de lado as pessoas que sempre estiveram comigo... Ligo, smp quero saber como estão, tento me manter presente. Mas às vezes fica difícil ir até lá, ficar mto tempo de papo pro ar e não significa que isso não me faça falta. Sim, faz muita.
Mas chega um dia na vida que a gente prefere a falta de tempo do que não ter o que fazer, prefere abrir mão de um sábado de sol no parque para estudar física e ter certeza de que isso fará toda diferença. Sempre chega a hora em que pularemos da cama mesmo com frio e cólica, porque a vida nos chama e não vai esperar... E quem fica parado é poste! (não necessariamente, né?? depende do referencial!).
Eu só preciso de compreensão, apoio... E mesmo se não os tiver... Não vou voltar atrás nem desistir agora, por ninguém.
Se eu não for por mim, quem será?

Não estou pedindo o que outrora exigi. Eu sei, já fui cruel e injusta, talvez. Mas nunca deixei pra trás os que me são caros e essenciais, a quem cativei e assumo total responsabilidade disso. Não fujo e não faço disso um sacrifício. O que prezo mais é qualidade, não quantidade (os filhos da Thaís vão apanhar dos meus por isso!! haha). Não abro mão daquelas tardes em família, mesmo se se tornarem mais espaçadas. O que importa é que elas não deixem de haver... domingos na casa da vó, as mesmas coversas e as mesmas comidas e mesmo assim, sempre muito bom!

Uma coisa que aprendi muito cedo é isso: "não faça com os outros o que você não quer que seja feito com você". Sei como dói o descaso, mesmo se aparente. E depois pode acabar por se tornar recíproco e isso pra mim não é novidade (desde o prézinho eu sei o que é transformar consideração em descaso recíprocro - parece até bonito falando assim!)... Por isso e por tudo o mais, pela necessidade que tenho de todas essas pessoas por perto de alguma forma e pela certeza de que nenhuma substitui a outra e nunca substituirá, pela importância que cada um tem e que não permite que eu em satisfaça só com alguns... Garanto: enquanto existirmos, enauanto houver o que nos une, estarei aqui. A qualquer momento, haja o que hover. E vocês sabem disso.

 



- Enviado por: ...:¨°Mä®í£¡ä°¨:... às 12h55
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